Possíveis Impactos das Novas Diretrizes do FIES e EaD nas Estratégicas os Oligopólios Educacionais

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Eneida Cardoso de Britto Correa

Resumo

No contexto de crises política, econômica e institucional experimentadas no país, a partir de 2015, o Ministério da Educação (MEC) realiza profundas alterações em duas importantes políticas públicas regulatórias voltadas para a oferta de Educação Superior Privada, que são: o Financiamento Estudantil (FIES) e Ensino a Distância (EaD). Tais alterações sugerem que as mantenedoras de instituições de educação superior, sobretudo as grandes instituições, consideradas oligopólios, alterem ou reforcem posicionamento mercadológico, a fim de aumentar a lucratividade e continuar a trajetória de crescimento, por intermédio da aquisição de rivais ou de parte dos ativos, o que contribui diretamente para aumento da quantidade de fusões e, por consequência  do nível de concentração nos mercados relevantes relacionados a oferta de educação superior privada.

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Como Citar
CORREA, E. C. de B. Possíveis Impactos das Novas Diretrizes do FIES e EaD nas Estratégicas os Oligopólios Educacionais. Revista de Defesa da Concorrência, Brasília, v. 5, n. 1, p. 72-104, 2017. Disponível em: https://revista.cade.gov.br/index.php/revistadedefesadaconcorrencia/article/view/289. Acesso em: 11 ago. 2022.
Seção
Controle de estruturas
Biografia do Autor

Eneida Cardoso de Britto Correa, FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS - Escola Brasileira de Administração Pública

Mestre em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), MBA Executivo Internacional - Ohio University e MBA em Planejamento, Orçamento e Gestão Pública pela FGV (2012) . Respondeu pela Diretoria do Departamento de Ações Regionais para Inclusão Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e pela Coordenação Geral de Certificação de Entidades Beneficentes na área da Educação, no Ministério de Educação - MEC e atuou como Parecerista no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Atualmente é Diretora de Administração Interna da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres do Ministério da Justiça e Cidadania.  Possui graduação em Ciências Sociais e licenciatura em História pela Universidade de Brasília (UNB) e experiência na área de Administração, com ênfase em Gestão Governamental, Políticas Públicas e Educação Corporativa. É Especialista em Fundamentos Educacionais ao Processo de Capacitação de RH para a Administração Pública pela UNB (1994), e da carreira de Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental, desde 2007.